Quase devaneios

May 6, 2009

Hoje quero música

Filed under: Uncategorized — tureann @ 2:33 pm

Hoje quero ser extravagante.

Contagem decrescente para Cansei de Ser Sexy.

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May 5, 2009

14 anos depois…

Filed under: Uncategorized — tureann @ 4:46 pm

…ainda é uma das minhas favoritas.

April 24, 2009

Devaneio musical

Filed under: Uncategorized — tureann @ 2:25 pm

Dou por mim a discorrer mentalmente acerca do significado de determinada música e da letra que a acompanha.

É lógico que uma música pode ser genial apenas pela sua melodia. Tantas que o são. E tantas outras, cujos poemas fantásticos enfeitam notas pouco harmoniosas…

E na música tudo depende de um ambiente, de um local, de um estado de espírito.  Ora sou rock,  talvez em dez minutos seja indie e amanhã quiça pop… Eclética? Provavelmente.

Para música do dia aqui fica Twilight Omens do novo album de Franz Ferdinand (Tonight), pena que não haja videoclip. Um dos casos em que música e letra são uma boa combinação.

Ursinhos VS Nenucos

Decorreu no Centro Comercial Dolce Vita a 11ª edição do “Hospital dos Ursinhos”, para desmistificar a “bata branca” perante os pequenotes, organizada pelo núcleo de estudantes de medicina da AAC.

Ora, não posso deixar de referir que a associação de estudantes do “meu” Instituto de Ciências Biomédicas de Abel Salazar – Universidade do Porto, tem organizado nos últimos anos o Hospital dos Pequeninos, no Hospital Geral de Santo António.

Agora vejamos, as crianças do Porto optam por levar bonecos (bébés humanos, portanto) para o hospital…Os pequenos conimbricenses parecem mais dados ao urso. Quer-me parecem que estão a ir ao médico errado. Um urso é um urso. E um urso vai ao veterinário. Andam a confundir os putos!

April 4, 2009

Coisa de mulher

Filed under: Uncategorized — tureann @ 1:27 pm

Por vezes sinto a necessidade de falar de moda com alguém do mesmo sexo. É relaxante e libertador. Não dá muito que pensar, principalmente quando não se conhecem os fundamentos teóricos da coisa.

Será possível comparar esta necessidade às conversas futebolísticas da maioria dos seres humanos do sexo oposto? Ou a metrossexualidade tornou-se assim tão universal que a generalidade dos homens discute moda?

E quando vivemos num meio em que os nossos pares não fazem a menor ideia de quanto custam uns Louboutin ou uns Jimmy Choo’s ( ou sequer a que me refiro quando uso o termo)? Ou será que as mulheres que me rodeiam são todas homens?

March 8, 2009

Enquanto ainda tenho desculpa…

Filed under: Uncategorized — tureann @ 11:27 pm

vou aproveitar as últimas semanas de adolescência para fazer umas quantas coisas de teenager. Como por exemplo responder a quizzes do tipo “which character from….are you?”

Excepto uns desvios no género sexual totalmente despropositados, não estou completamente insatisfeita com os resultados. Como se a minha vida mudasse daqui em diante…

March 4, 2009

LifeFlow also known as TrueBlood

Filed under: Uncategorized — tureann @ 12:18 pm

Foi há vários meses atrás que uma colega de curso me falou desta série. Num sms um tanto ou quanto divertido dizia-me algo como: “True Blood é uma série sobre vampiros. E olha só, um dos actores chama-se Stephen Moyer (quase Stephenie Meyer). Acho que vais gostar. É bastante gráfico.”

Não cheguei a perceber se ela me estava a dizer que ia gostar por ser sobre vampiros ou por a série ser bastante gráfica. Acho que gostei pelos dois motivos. E por vários outros.

É violento sexual e psicologicamente e tem alguns momentos gore bastante enojantes (quando sair a segunda season terei de me lembrar de não comer sopa enquanto assisto a um dos episódios, não vá algum vampiro desfazer-se numa mistela de sangue e gelatina). Mas sem estes momentos mais ou menos bizarros a série não seria a obra-prima que é.

A acrescentar a isto está um enredo extremamente interessante e personagens complexos, cheios de mistérios, pelos quais é impossível não cair em proíbida paixão.

Anna Paquin, a protagonista, interpreta Sookie Stackhouse de uma maneira quase genial. Um destes dias li algures na blogosfera a opinião de alguém menos informado ou mais “mindnarrowed”  (pouco importa que nome lhe chamar já que opiniões são opiniões, e para mim, a deste blogger vale menos do que a do gato da minha vizinha). Dizia ele que a série era uma porcaria, e da actriz principal algo como: “é péssima, por sinal”. Foi impossível conter uma tremenda gargalhada. Senão vejamos os prémios que Anna já recebeu (http://www.imdb.com/name/nm0001593/awards). Além de ser a mais jovem actriz a ganhar um Oscar (1994), foi galardoada com várias e diferentes estatuetas pela sua interpretação em True Blood.

Mas nem só de Paquin vive True Blood. Stephen Moyer como V.B. (Vampire Bill como é apelidado pelos cidadãos de Bons Temps); Nelsan Ellis como Lafayette, traficante, gay e cozinheiro; Rutina Wesley, a revoltada amiga de Sookie; Ryan Kwanten; Sam Trammell; entre muitos outros, dão vida a cada um dos intervenientes desta história de amor, terror, fantasia e drama.

Por último, é impossível não dizer duas ou três palavras acerca da banda sonora. Rica, catchy, perfeitamente adequada. Impossível não gostar (especialmente da música da intro “Bad Things”, entra no ouvido e já não sai do pensamento).

Consta que a 2ª Season começa em Maio deste ano. Enquanto espero vou lendo os livros nos quais True Blood se baseia, da autoria de Charlaine Harris (para o download: http://tchetcha.blogs.sapo.pt/tag/charlaine+harris Chiu!)

Intro:

February 17, 2009

Inspiração

Filed under: Uncategorized — tureann @ 5:37 pm

Musa

do Lat.  musa < Gr. Moûsa

s. f.,

cada uma das nove deusas que, de acordo com a mitologia romana, presidiam às artes liberais;
divindade que se supunha ser inspiradora da poesia;
por ext.  tudo aquilo que inspira um poeta;
poesia;
inspiração;
estro.

Einstein sobre o Simplex

Filed under: Uncategorized — tureann @ 2:14 pm

Como seria de esperar, Einstein já sabia que o simplex estava condenado a falhar:

“Everything should be made as simple as possible, but not simpler.”

February 14, 2009

Amor?

Filed under: Uncategorized — tureann @ 11:47 am

Neste dia cujas origens totalmente desconheço (e continuarei a desconhecer, já que tamanho apelo ao consumismo sempre me passou um pouco ao lado…) parece-me importante que nos questionemos acerca da necessidade individual de mostrar ao mundo a pessoa com quem partilhamos sentimentos mais ou menos especiais.

Não poderia deixar de mencionar os casamentos homossexuais. E afirmo desde já que sou a favor da igualdade de direitos para todos e que, como tal, penso ser importante que cada um possa partilhar a vida com outro, legalmente ou legalizadamente, como queiram, seja esse outro do mesmo ou do sexo oposto. Por outro lado, parece-me que toda esta polémica desvia atenções de assuntos, de longe, mais importantes a curto prazo…Mas as eleições aproximam-se e há que ganhar votos de todas e quaisquer maneiras possíveis. De qualquer dos modos, é inevitável que mais tarde ou mais cedo todo o mundo (e Portugal, se considerarmos o nosso país parte do mundo e não tijolo alienígena caído do céu…) irá acabar por aceitar que a sexualidade deve ser assumida e aceite por todos, seja ela qual fôr.

Mas vejamos, qual é a força que move os LGBT nesta questão? Será a necessidade de assinar um papel? Não bastará assumir uma união de facto? Ou uma relação sem implicações legais ou fiscais? De facto, estas são perguntas que oiço muitas vezes…Mas quais serão as respostas?

E quanto à adopção de crianças por casais homossexuais? Não será muito mais proveitoso para uma criança viver no seio de uma família que a ama, mesmo que seja uma família dita “alternativa” do que viver numa instituição, sem o carinho de um pai (ou dois) e de uma mãe (ou duas)?

Neste mesmo dia pergunto, qual a necessidade dos casais jovens ou menos jovens, sejam eles hetero ou homo, de mostrarem em plena via pública a sua sexualidade? De se beijarem e engolirem com uma intimidade tal que ninguém diria que estão em público?

Qual o interesse de uma relação aberta? Qual o interesse de um compromisso? Porquê o casamento? Porquê o divórcio? Qual é o ascendente tão forte que alguém pode ter sobre outro ser humano que lhe permita ser mal tratado e abusado de maneiras, por vezes, tão terríveis? O que é que faz um ser humano ficar calado perante constantes cenas de violência?  Medo? Solidão? Dor? Amor?

No final de tudo, a questão é só uma: o que é o amor?

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